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terça-feira, 5 de novembro de 2024

Masmorra Bagunçada

Não adentre a noite a noite com brandura

Nem com gentileza para o que não reluz

Se enfureça contra a morte da luz

Embora o destino do sábio seja a noite encarar

E do forte as trevas enfrentar

Não adentre a noite com brandura

Nem com gentileza para o que não reluz

Se enfureça contra a morte da luz

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Adaptação

 Atanawe


Dizem que ele nasceu bondoso, um deus gentil e puro, mais caçado por homens que valorizavam os chifres dos unicórnios, atraído para uma armadilha, foi perseguido, ferido, derrubado e teve o chifre decepado antes mesmo de ser morto, mais que ele não ficou assim por muito tempo, nenhuma fada morre para sempre e na noite seguinte Atanawe se ergueu, enegrecido, carregado de ódio e desejo de matança.

Atanawe
o unicórnio negro Cavalga
Juntando em volta de si aqueles poucos Berggles que não conseguiram se livrar da escravidão dos Drunes Atanawe os tocou, os mutou, deu a eles o presente da fertilidade, força e resistência, mais os corrompeu com doenças e malefícios que ele desejava espalhar pelo mundo para fazer a vida murchar lentamente.

Os Berggles tomados por Atanawe se multiplicam com velocidade, lançando-se contra a civilização com um único desejo, destruir e contaminar, as tribos corrompidas pelo unicórnio negro se tornaram conhecidas coletivamente como chifres tortos.

Chifres Tortos

Uma raça violenta de mutantes selvagens que buscam apenas atormentar e destruir as civilizações dos Homens e do resto do mundo mortal. Eles atacam os fracos e indefesos, atacando assentamentos solitários sem aviso prévio em uma fúria de destruição antes de desaparecer na escuridão protetora de seu deserto escuro, fugindo da terrível retribuição que muitas vezes não se segue.

Chifres Tortos
Enfureça-se contra a morte da luz

Para os povos de Dolmenwood, os Chifres Tortos passaram a temer essas criaturas de pesadelo meio esquecidos. Primitivos, não criam armas ou armaduras, usam o que podem roubar ou lutam com clavas improvisadas o que muitas vezes leva aventureiros a subestimarem os Chifres Tortos, engano que costuma ser o ultimo de muitos guerreiros, apesar de sua pouca inteligência são astutos e dotados de uma enorme raiva do mundo civilizado,  quanto mais nobre é um alvo mais ódio os mutantes nutrem por ele, seu toque costuma carregar maleficios terríveis e os que sobrevivem ao encontro com eles não raras vezes ficam doentes.

domingo, 3 de novembro de 2024

Monstros Epicos

 O Vampiro

Ate onde se sabe só existe um único vampiro dentro de Dolmenwood, tal criatura é conhecida assim "o vampiro", originalmente um parente de Norfludd, reino humano antigo da  época da guerra contra o príncipe gélido, foi capturado pelo inimigo, crucificado em um pinheiro no solsticio de inverno e deixado para morrer, a morte não o encontrou, mas os elfos frigidos sim. 

Arrancando seu corpo da madeira pensaram em esculpir sua carne para a alegria de seu mestre. Mas o moribundo fez uma barganha com as fadas sombrias.

Envolveram-no com o frio do inverno, o  embebedaram com leite de verme branco de seu reino sem sol. Por essa benção ele ganhou força, por essa benção ele ganhou a imortalidade e por essa benção ele abandonou a humanidade, na véspera do solstício seguinte ele guiou a caçada selvagem ate sua aldeia e quando a lua atingiu seu apice, todos os aldeões foram massacrados, crianças foram roubadas , acorrentadas pelas orelhas e arrastadas chorando sob o vento frio ate a amarga terra sem sol, dizem as lendas que o vampiro seguia essa procissão de escravos os chicoteando enquanto ria da amargura deles.

nada resta do homem que um dia foi, seu nome foi esquecido, seus olhos perderam a cor, sua mente foi  dominada pela canção do reino sem sol da terra dos elfos, os ventos do amargo inverno arrancaram seus cabelos da cabeça e lhe deram  em sua pele a frieza não natural da nevasca magica, dedos esculpidos em garras e dentes em presas, esse ser monstruoso foi o torturador, açougueiro e canibal a serviço do príncipe gélido para matar seus antigos semelhantes. Invencível por meios mortais e imparável enquanto o leite do verme corria por suas veias o vampiro levou a bandeira de guerra do príncipe gélido e se embebedou com o sangue dos homens.

Quando a aliança jogou tudo no caos, o vampiro lutou por seu mestre contra a igreja, os drunes e  o povo cabra, ele viu  frigia ser isolada do mundo e foi marcado com liturgia da igreja , acorrentado a uma pedra dolmen pelos drunes e foi derrubado num pântano desconhecido. Esmagado sob peso da lama, afogado pela agua, mais condenado a nunca morrer  antes do mundo ser desfeito, o vampiro seria esquecido, um fantasma  antigo perdido na historia, não fosse o fato que ele escapou.

O cheiro do leite do verme levou um sapo a escavar a lama em direção ao vampiro, o sapo queria comer, achando que encontraria um gordo verme se deparou com a risada maníaca do vampiro, que matou seu salvador, com rituais sinistros ele fez com que do corpo do sapo surgissem os vermes brancos e com poder renovado após devora-los a noite era dele novamente,   os glifos dos drunes afastam ele das terras sagradas, impedem ele de acessar grande parte de sua magia, as marcações da igreja o fazem ter medo de símbolos religiosos, terreno sagrado e não pode entrar em casas s em ser convidado, mas sua paciência é infinita assim como sua maldade,  os anos que ele passou na lama apenas ele tinha apenas um objetivo e uma duvida, trazer seu mestre de volta e como fazer isso possível.

Desprezado pelo sol em todas as estações exceto no inverno, quando ele pode andar de dia e tentar arrebanhar seguidores, lentamente ele trará o inverno de volta para o mundo.

Seu nome se perdeu para o tempo
Sua sanidade se perdeu para o vento frio
temam o vampiro
ele trará de volta o inverno

P7, H6, R6; 6PA, 40PM, 60PV Sugoi

Perícias: Mística, Percepção, Sobrevivência, Luta.

Arquétipo; Vampiro (Talento  Forte, Imortal, Fraqueza luz do dia, Dependência)

Técnicas: Grimório Debilitante, Meta magia, Invocar Elemental, Praga, Poeira Glacial, Relâmpago.

Necromante: Criar morto vivo, Energia negativa, Fortificar Morto vivo.

Vantagens: Alcance, Ataque Especial (Poderoso, Perigoso) Defesa Especial (Blindado), Desgaste, Imortal, Imune (Abiótico, Doenças, Resiliente), Maestria (Mística), Magia, +Mana x2, +Vida  x3, Paralisia.

Desvantagens: Sem Vida

Adaptação

Imagine uma terra dominada tomada por magia feérica onde as pessoas vivem em pequenas vilas isoladas, as florestas ancestrais se estendem por caminhos desconhecidos, as estradas seguras são poucas e nem tão seguras assim e o perigo esta tão perto quanto uma caminhada de alguns minutos para uma colina errada, assim é Dolmenwood, um cenário "normal" de alta fantasia, realmente não existe nada nele que não exista em vários outros, tanto que a floresta magica desse local poderia ser facilmente colocada dentro de eberon, tormenta, forgoten realms, não precisaria de grandes adaptações ou mesmo grandes explicações, a depender do cenario. Dolmenwood inteira caberia dentro de Pondsmania em tormenta.

Embora me veja encantado por Dolmenwood não possuo acesso a amplo conhecimento do cenário, tanto por ser recente e relativamente obscuro, quanto por não dominar ingles ou conseguir pagar livros em dolar. Então essa apresentação é apenas isso, uma amostra, pouco fiel, pouco próxima ao oficial mais esse tantinho que vi me deixou com imagens na mente que desejo compartilhar, bom, espero que gostem de ler sobre minha versão de Dolmenwood.

DolmenWood

Uma floresta gigantesca com grande conecção ao mundo das fadas, dominada e habitada por uma etnia magica conhecida como Drunes, mágicos que retiravam seu poder das linhas que percorriam a terra, esses bruxos antigos através de magia drunica dominaram, ou talvez ate mesmo criaram uma raça para lhes servir de escravos chamados Berggles, ainda na época que os menires conhecidos como dolmens foram erguidos para concentrar ou  manipular a magia da terra. Esse equilíbrio mudou quando um povo humano, mais usual para mundos de fantasia se mudou para a floresta, com sociedade mais moderna e uma guerra prolongada eles derrotariam os Drunes já tendo abalado seu sistema de poder, mas essa guerra nunca chegaria ao fim imaginado, a floresta recebeu uma visita de um dos lordes feericos, o príncipe do inverno fez de Dolmenwood seu lar, com  a vinda de tal ser poderoso os povos precisaram se unir para derrota-lo, os homens, drunes e berggles que começaram a se libertar da influencia drune, se juntaram para vencer o príncipe do inverno, mais como uma poderosa fada, tal criatura era imortal, fazendo parte da própria magia e da essência do mundo ele podia apenas ser contido, apenas ser selado.

"Os bosques são mais do que parecem"

E foi feito, usando magia dos povos  conquistadores, magia divina e magia drunica canalizada através dos dolmens, o príncipe do inverno foi selado em seu próprio reino, a guerra contra a fada foi custosa, dolorosa e longa, embora os 3 lados ainda se odiassem a vitória deu origem a uma paz frágil e ao tempo da trégua. Mesmo com o príncipe do inverno impedido de deixar seus domínios, fadas ainda entram e saem de Dolmenwood e o que impede os povos de se destruírem em batalha é o medo de uma nova grande fada vir ao mundo e decidir conquista-lo.


Raças

Normalmente não seria necessário adaptar muito as raças nas questões mecânicas em minha opinião elas funcionam, é mais  uma questão de lore, de clima, dito isso vou pelo menos apresentar algum lore e se necessário for, regras.


Elfo

Elfos são habitantes imortais do reino das fadas que por vezes atravessam para o mundo mortal por razões que raramente revelam. Elfos são vistos como seres raros no mundo dos mortais, poucos andam entre humanos, normalmente atraídos pela vida  finita e sua beleza, por cheiros e gostos que não encontrariam no mundo das fadas ou mesmo excessos da decadência e da mortalidade que não costumam ser vistos do outro lado.

Apesar de semelhantes a humanos, elfos são facilmente reconhecidos por quem sabe sobre eles, existe neles algo que supera a aparência enganadora, um ar de alteridade paira sobre eles de uma forma mais vibrante que sobre mortais. Para facilitar existe em muitos uma caracteristica ou mais de uma que os separa de humanos, olhos de cores estranhas, cabelo impossiveis, pele brilante ou orelhas pontudas são exemplo. Elfos poderiam usar o arquetipo elfo.


Woodgrues

A passar pelas estradas é possível que trombe com um duende caprichoso com rosto de morcego, esse seria um Woodgrue, pequenos seres com cabeça de morcego, peito coberto de pelos macios e corpo diminuto como de um homem pequeno, são vistos como frívolos e desagradáveis, com humor galhofa e canções encantadoras, humanos costumam acolher com cuidado essas semi fadas em suas cidades pois tais criaturas sendo negligenciadas poderiam trazer problemas maiores do que apenas suas travessuras. Woodgrues poderiam usar o arquétipo Hynne ou Goblin.



Berggles

Antiga raça de escravos, atualmente eles ascenderam seu caminho para civilidade e para nobreza, Berggles são mortais assim como humanos e possuem pensamentos parecidos, sendo facilmente entendíveis pelos humanos diferente de fadas que são mais  insondáveis, apesar de sua aparência estranha, entre os Berggles aqueles conhecidos como chifres longos são  uma  nobreza inata, respeitados e reverenciados, berggles chegam a se tornar chifres longos com a idade. Berggles facilmente podem ser dos arquétipos kemono ou minotauro.


Grimalkin

Homens gato feerico que mutacionam de  forma, entre a estray, uma forma humanoide, Chester, um gato "normal" gordo e brincalhão, muito veloz para seu tamanho e a primordial, que parece tão somente um par de olhos e uma boca flutuando no escuro, Grimalkin são fadas estranhas, levemente mais primais do que as com aspecto humano, esses seres imortais gostam de caminhar entre os humanos


fazendo propostas estranhas, vivendo sua vida entre eles, algumas vezes o gato velho de uma cidade que caça os ratos na casa de todos mais que não pertencem a ninguem é um grimalkin, levados por suas proprias crenças podem facilmente ser levados a serem aventureiros, em minha opinião grimalkin poderia ser facilmente quaren, ou fada porque não? com uma adição que deveriam sempre ter "diferente" e podem comprar (não ganhar) transformação por -1 ponto, mínimo de 1.

Ratlings

Também conhecidos como ratos gigantes são uma raça de pequena de demi humanos que possuem características de ratos, caudas longas, dentes fortes, raramente passam de 1 metro mais são mais pesados que crianças do mesmo tamanho, vivem em um mundo subterrâneo implacável, de labirintos mortais semi construído por sua arquitetura insana e por raízes profundas de arvores antigas, são governados por reis rato e mães de ninhada e coletam conhecimento ancestral, valorizado em sua sociedade.

Os Ratlings são temidos e odiados, espalhadores de pragas e destruição, sendo raro que se junte a humanidade, quando o faz é com ambições próprias de ganhar poder e retornar, se tornando um senhor entre os seus, ou de escapar de crimes que mesmo em sua  terra seriam demais para ignorar, os que conhecem os ratlings os detestam mais muitos acham que não passam de historias de terror mau feitas , afinal , ratos do tamanho de crianças? isso não existe. Ratlings podem facilmente usar os arquétipos,  goblin e talvez anão.

terça-feira, 29 de outubro de 2024

Masmorra Bagunçada

A Masmorra Séptica


Situada na costa de uma cidade rica e mercante onde devido as correntes marinhas o lixo ia parar praticamente inteiro em uma única caverna larga e profunda , submersa, conhecida como "a cova" ate a algum tempo atrás pelas pessoas  comuns, essa concentração de lixo acabava por criar ou atrair monstros, nunca foi um grande problema, ninguém se aventurava no local e guardas mantinham monstros mais corajosos em riste, contudo após um ataque pirata , onde os mandriões conseguiram uma grande pilhagem mais durante a sua fuga, um tiro de sorte que atingiu o paiol do navio o fez explodir, mudou esse estado de marasmo, tanto os restos do navio quanto o rico butim foi levado ate a cova, o casco do navio pirata coroa a entrada da caverna submersa como um lembrete das riquezas perdidas e agora mortos vivos povoam a cova, fazendo o nome ficar ainda mais justificado, contudo outro nome se espalhou entre os aventureiros, a combinação de monstros mutados, lixo criando armadilhas cruéis e os mortos vivos apodrecidos, o nome "masmorra séptica" se espalhou entre os aventureiros que desejam desafiar o local em busca de recuperar as riquezas.

O navio pirata

Embora parte da masmorra seja submersa a primeira seção é a parte do navio pirata que esta acima da agua e vai lentamente descendo ate a entrada da caverna, o acumulo de lixo ao redor , os mortos vivos e monstros mortos ja deixam o local com um fedor horrível, se locomover no navio é perigoso, o mestre deve fazer testes em segredo e caso o jogador tenha tirado 1 em 1d6 ele ira ter o pé afundado no chão podre, ou mesmo os dois pés ate a cintura, ficando impossibilitado de se mover por um turno em situação de combate, estranhas formações de coral podem lançar espinhos calcinantes nos desavisados. 

Passar displicentemente por uma formação de coral ira resultar em 1d6 de dano e um teste de Resistencia normal para evitar contaminação, personagens contaminados recuperam pvs e pms com menos eficiência, recuperando apenas metade do possível para a cura que tiverem acesso no momento, com exceção de algum efeito que cure todos os pvs de uma vez, curas magicas normais podem curar a infecção.

Os encontros possíveis dentro do navio pirata são


Afogado Inchado

Morto vivo monstruoso repleto de gases em seu interior, a medida que luta contra os adversários acaba por explodir lançando seus pedaços violentamente em todas as direções.

P3, H1, R3

sem vida. Robusto

Especial: caso perda metade da vida o Afogado Inchado pode explodir lançando seus pedaços para todas as direções com violência, causando em dano o restante de vida que lhe sobrava, a chance dele explodir é de 50%.


Verme do Mar

Um caracol peçonhento conhecido como verme do mar, tal criatura surge das frestas do navio e lança espinhos paralisantes quando ameaçado, recuando para longe logo depois.

P4, H1, R1

Paralisia

Especial: quando o verme do mar atira seus espinhos peçonhentos ele ataca com 3d6, muitas vezes o verme do mar pode aparecer com aventureiros já em combate.


Carranca
 

Os monstros conhecidos na cidade local como Carrancas são aventureiros semi humanoides, monstros do mar, carnívoros que são atraídos por comida fácil, embora possam caçar preferem comida fácil de pegar, os corpos de aventureiros ou de monstros derrotados é algo que apreciam, se surpreendidos podem entrar em combate se mostrando vigorosos e mortais.

P3, H2 ,R4

Brutal, Forte, Imune (abiótico, anfíbio, doenças, resiliente, sem mente), Obstinado.


A Cova

A caverna, chamada originalmente "a cova" é a parte submersa da masmorra, onde enormes pedaços moídos do navio estão espalhados assim como o saque dos piratas e o tesouro, tal local é escuro, contaminado e com muitos resíduos flutuando na agua, seja lixo, pedaços do navio ou pedaços dos mortos, a visibilidade mesmo com iluminação adequada é difícil, personagens que não conseguem respirar embaixo da agua não poderão ir além da primeira câmara da masmorra submersa e mesmo aqueles que respiram devem conseguir alguma forma de resistir ao ambiente poluído, sofrendo os mesmos efeitos de quem esta contaminado, descrito acima.

Na masmorra submersa as armadilhas naturais são outras, devido a visibilidade reduzida o coral afiado pode causar dano em quem esta se movimentando displicentemente (causando 1d6 de dano) e o sangue na agua causa um encontro imediato com monstros não precisando rolar um encontro aleatório.

Os encontros com afogados e carrancas ainda são possíveis na masmorra submersa, mais outros monstros que não adentram o navio também integram o quadro de encontros possíveis.


Agua viva gigante

Monstro passivo com espinhos paralisantes na ponta dos seus tentáculos, sua função é a mesma do verme do mar, usando a mesma ficha.






Mutante da Cova

Talvez um monstro abissal que achou um local confortável na cova, talvez um monstro mutado pelo lixo e ambiente da caverna, o mutante da cova é um monstro mortal de muitos tentáculos, tal criatura é carnivora e dificil de derrubar, dizem que pode sair da agua mais não existem relatos confiáveis disso.

P3, H3, R3

Brutal, Desgaste, Forte, Imune (abiótico, anfíbio, doenças, resiliente, sem mente), Membros extras, Regeneração 2


Tripulação Afogada

Um morto vivo coletivo, preso pelas mares que os amarraram em pedaços do navio a tripulação afogada esta presa na masmorra submersa junto ao tesouro, sendo o encontro principal da masmorra, a criatura é poderosa, com ataques caóticos e que aterrorizou muitos aventureiros que sobreviveram ao encontro.

P5, H2, R5

Ataque Especial (Area, Poderoso) Brutal, Defesa especial (Blindada), Estender, Forte, Membros Extras, +Vida x3, Sem vida.

Novo kit

 Dragões de Sangue

Os Dragões de Sangue, formalmente conhecidos como a Ordem do Dragão de Sangue e a Ordo Draconis, eram uma temível ordem de Cavaleiros de Sangue de Vampiros conhecidos por suas proezas marciais inigualáveis em batalha. Eles eram guerreiros consumados cuja habilidade com as armas era incomparável, vivendo apenas para o combate. Geralmente lutando a cavalo, os Dragões de Sangue às vezes lutavam a pé e eram mestres em todas as formas de armas e táticas, embora evitassem armas e magia covarde de longo alcance. As vezes usam habilidades inatas embora pouco desenvolvidas em necromancia.

Os Vampiros Dragões de Sangue eram uma das linhagens mais bem disfarçadas do Mundo, pois, nas terras devastadas pela guerra do Mundo Conhecido, os Vampiros podiam facilmente se esconder entre ordens de cavaleiros ou postos avançados distantes. Eles se alimentavam quando podiam, evitando a detecção e usando seu disfarce para encontrar oportunidades de testar suas habilidades na batalha, vivendo apenas para o combate, a conquista da honra e a emoção do conflito em uma paródia sombria da virtude dos cavaleiros mortais, desmascaradas muitas vezes em violentos frenesis de sangue que entram ao caírem em batalha.

Sempre procurando imitar seu progenitor Abhorash, os vampiros do Dragão de Sangue eram um flagelo para o mundo tanto quanto qualquer outro vampiro. Embora afirmassem ser honrados e às vezes poupassem aqueles com quem lutavam, eles não eram amigos da humanidade e matavam prontamente aqueles que consideravam fracos ou sem honra, embora alguns fossem mais misericordiosos do que outros.

Saltando em paródia sombria de seus antigos eus em cima de corcéis de pesadelo forjados a partir das carcaças de suas montarias outrora nobres, os cavaleiros sedentos de sangue começaram a atacar aqueles que haviam protegido, semeando terror e morte entre as aldeias e cidades que juraram defender e deleitando-se com seu novo poder e libertação. As pessoas que antes cobriam os cavaleiros de afeto agora viviam com medo sob a terrível sombra da ordem dos dragões de sangue.

A Honra sobrevive a sede?

Dragão de Sangue
Exigencias:
Vampiro, Vigoroso

Armadura completa. Quando sofre um ataque, você pode escolher gastar 2PM para reduzir em –1 o resultado de cada dado do atacante. Se ele rolar um 4, por exemplo, conta como 3. Essa redução, inclusive, cancela acertos críticos. Você ainda faz seu teste de defesa normalmente.

Resistência superior. Para você a vantagem Vigoroso oferece R+3, em vez de +2.

Frenesi de combate. Você pode gastar 3PM para invocar um frenesi que oferece P+3 (sem afetar seus Pontos de Ação) até o fim da cena. Quando o combate termina, você fica esgotado e é considerado derrotado durante toda a cena seguinte.

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Monstros Epicos

 Rei Ghoul

"Párias de seus irmãos mais civilizados, essas criaturas monstruosas se assemelham mais a Necrófagos ou Feras do que às formas humanas idealizadas dos Vampiros. Eles são consumidos pelo ódio por quase todos os seres vivos, mas particularmente pelas outras linhagens de vampiros."

Os Reis Ghoul já foram vampiros orgulhosos e poderosos que anteriormente governaram como mestres de antigas civilização humanas. No entanto, desde sua queda, esses vampiros foram evitados e caçados por outras linhagens vampíricas e forçados a um estado de existência troglodita. Desde então, esses Reis Ghoul passaram seus dias rastejando por criptas e catacumbas, aguardando a chegada da noite, onde decretariam uma vingança terrível à frente de um exército de mortos-vivos cambaleantes.

Mesmo em cenários onde vampiros são pouco mais do que rumores, onde a maioria dos seres vivos que ve um vampiro não vive para contar a historia, os Reis Ghoul são conhecidos por seus massacres, longe de caçarem por fome e de se esconderem de grandes forças para evitar que sejam caçados eles se lançam  ao perigo e promovem massacres principalmente para erguer suas vitimas como mortos vivos, embora alguns não demonstrem muita inteligência sua ligação inata com o sobrenatural permite a eles controlar instintivamente a necromancia.

P6, H8, R6; 6PA, 90PM, 30PV Sugoi

Perícias: Mística, Percepção,Sobrevivencia

Arquétipo; Vampiro (Talento  Forte, Imortal, Fraqueza luz do dia, Dependência)

Técnicas: Bola de Fogo, Grimório Debilitante, Metamagia, Poeira Glacial, Relâmpago.

Necromante: Criar morto vivo, Energia negativa, Fortificar Morto vivo.

Vantagens: Alcance, Ataque Especial (Penetrante, Preciso) Defesa Especial (Reflexão), Desgaste, Imortal, Imune (Abiótico, Doenças, Resiliente), Maestria (Mística), Magia, +Mana ×5, Paralisia.

Desvantagens: Sem Vida